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04/04/2015
Rosier chega ao Nepal

Rosier no templo de Pashupatinah

Depois de um longo voo, saí de Fortaleza na segunda, dia 30 de março e cheguei em Katmandu na noite de quarta,  1 de abril, estou finalmente em território nepalês. Foram mais de 40 horas entre aviões e aeroportos. Davi, meu filho que vai me acompanhar até o campo base, havia partido na manhã de segunda e teve um voo ainda mais longo, pousou 2 horas após o meu e ainda ganhou um brinde: sua mala não chegou. Mas a companhia aérea prometeu entregar na noite seguinte. Finalmente em Katmandu, capital do Nepal e portão de entrada para o Everest! Uma terra sagrada onde escutamos mantras budistas em todas as ruas e as estupas e monastérios estão em quase todas as ruas.
 
Após chegar ao hotel saímos somente para um jantar rápido e já retornamos para abrir as bagagens e checar o que precisava ser comprado. Apesar do extremo cansaço, ainda fiquei respondendo a e-mails e falando com minha esposa e amigos até a madrugada daqui de Katmandu, enquanto no Brasil ainda era final da tarde do dia anterior. Fui dormir depois das 4 horas da manhã. Aliás, quase não dormi, essa diferença de fuso horário deixa nosso organismo confuso.
 
Acordamos às 8 horas para o café, logo depois já estávamos perambulando pelas ruas do Thamel, tradicional bairro de Katmandu, em direção as lojas de equipamentos, transitando em meio ao turbilhão de buzinas, tuc-tucs e riquixás e vendedores good price que insistem em lhe vender algo oferecendo bons preços e promoções.
Katmandu não cabe em nenhuma comparação, é cidade única, aqui respiramos montanhas por todos os lados, quem vem aqui ou vai escalar o Everest, fazer o trekking para o campo base ou caminhar em volta de alguma montanha.
 
As infinitas lojas de equipamentos vendem desde mochilas a modernas placas solares, passando por botas e equipamentos para camping. Até às 16h nosso dia foi checando e comprando equipamentos e depois voltamos ao hotel. No final da tarde nos reunimos com nossos guias, quando fomos apresentados, e em seguida nossos equipamentos foram checados um a um, operação que se repetiu com cada alpinista.
No início da noite nos reunimos para jantar com todo o grupo, a exceção foi a falta de um dos guias e um escalador, ambos só chegariam na sexta-feira pela manhã.

Na manhã desta sexta-feira, nosso último dia em Katmandu, fizemos um city tour visitando alguns monastérios e estupas. À tarde fizemos as últimas compras para finalmente fechar nossas bagagens e logo partir para Lukla, pequena cidade localizada a 2.800 metros de altitude onde começa nossa caminhada de dez dias para chegar ao campo base (5.350m) do Everest – onde começará a parte técnica e a mais difícil da expedição.
 
Logo que possível, daremos mais informações atualizando o andamento da expedição.
 
Namastê!
 
Rosier Alexandre e Davi Saraiva

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